O silêncio, segundo Freud é uma resistência na transferência. Ou seja, o sujeito evita a palavra porque vive uma relação imaginário com o Outro. Essa relação imaginária é uma forma de fantasma que trabalha orientado por uma tentativa de criar uma correspondência com base na suposição do que o Outro deseja. Diferente do silêncio, as palavras produzem divisões. No silêncio, a unidade do indivíduo é artificialmente mantida. Por isso, idealizada.
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